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segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

OTIMISMO É MAIS DO QUE PENSAR POSITIVO

- Existe pessimismo do bem?

Sim… principalmente em profissões em que é necessário municiar a equipe e clientes de informações sobre prevenção de acidentes de problemas que possam acontecer.

Isso acontece, por exemplo, na medicina, no trabalho policial, nas áreas de segurança e qualidade, dentre outros campos profissionais.

Mas essas áreas também precisam de doses extras de otimismo quando é necessário prever e estabelecer soluções e gerir crises, bem como, no caso da medicina, quando é preciso agarrar-se a qualquer possibilidade de cura do paciente para definir o seu tratamento. Então, mesmo quando o pessimismo é tecnicamente, cientificamente e altamente recomendado, o otimismo marca sua grande importância.

A grande confusão é achar que o otimismo é puramente "pensar positivo", justamente o que não é. Otimismo é também focar os possíveis resultados e soluções positivas para um problema/situação, sem ignorar, porém, todas as possibilidades existentes (incluindo as negativas). Não é fechar os olhos e simplesmente acreditar que tudo vai dar certo, mas planejar, visualizar e por em prática todos os processos necessários para que isso aconteça. É trabalhar para o resultado positivo desejado, em vez de desistir dele, diante dos percalços possíveis. Eis uma postura assertiva diante da vida, que a Ciência já provou ser fonte de maior longevidade. Por isso é objeto de estudo da Psicologia Positiva.

Equilíbrio

O risco do pessimismo é, por sua vez, virar um hábito que nos oriente para atitudes e pensamentos que sabotam as ações em prol das possibilidades positivas (principalmente nas situações em que estas últimas são ínfimas, ainda que factíveis).

O risco de somente pensar positivo, sem agir para que tudo fique bem, por outro lado, é viver uma vida de frustração: otimismo sem atitude pode gerar expectativas irreais e grandes descontentamentos que culminarão, por fim, na descrença em desfechos positivos, trazendo o pessimismo para o cotidiano com mais frequência e em situações nas quais perspectivas pessimistas pouco têm a acrescentar.

Essência do otimismo

Sintetizando, eu diria que ser otimista não é simplesmente pensar que tudo vai dar certo. E embora importante, também não é batalhar para que tudo, de fato, dê certo. A essência do otimismo se encontra em pensar em possibilidades realistas de que tudo dê certo.

Talvez um excelente começo para isso seja voltarmos nosso olhar para o positivo em nossas vidas, para aquilo que deu certo no passado e que pode se repetir, para as incríveis coincidências, para as inesperadas ajudas que tivemos em momentos difíceis, Afinal de contas, tais coisas se configuram num importante antídoto para ideias catrastofistas em relação ao futuro.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

ABUSO SEXUAL E PSICOLOGIA POSITIVA

Pesquisas realizadas em todo o mundo apontam que aproximadamente 7,4% das meninas e 3,3% dos meninos já sofreram algum tipo de abuso sexual (Pfeiffer & Salvagni, 2005). Ao mesmo tempo, os números demonstram apenas estimativas a respeito do fenômeno, pois é difícil saber sua real ocorrência, visto que muitos casos são subnotificados ou ainda que muitas vítimas não revelam a situação abusiva. Apesar de iniciativas recentes para enfrentamento do problema, poucos são os casos denunciados oficialmente, o que dificulta o dimensionamento do problema e a criação de políticas adequadas. 
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Tendo em vista a importância e amplitude do tema, estudo desenvolvido por Doralúcia Gil da Silva, Lara Lages Gava e Débora Dalbosco Dell’Aglio, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul,  objetivou-se a discutir a ausência de sintomas e quadros psicopatológicos em supostas vítimas de abuso sexual infantil, enfatizando o enfrentamento positivo deste tipo de violência.  Foram analisados 927 laudos do Departamento Médico-Legal de Porto Alegre/RS, resultantes de perícias psiquiátricas e psicológicas realizadas entre os anos de 2009 e 2011, por um grupo composto de quatro peritos psicólogos e oito peritos psiquiatras. As conclusões dos laudos apontam em termos probabilísticos a ocorrência ou a ausência de elementos para a afirmação da ocorrência do abuso sexual.
A análise dos documentos indicou que houve maior prevalência de casos em que foi possível apontar probabilidade de ocorrência de abuso. Dos 927 laudos, 673 (72,59%) apontaram evidências de que tenha ocorrido o abuso, enquanto que em 254 (27,41%) não foi possível afirmar a probabilidade de ocorrência de situação abusiva.
Os resultados revelaram que houve a manifestação de sintomas e/ou quadros psicopatológicos em casos em que não havia evidências para afirmar a ocorrência de abuso, assim como não houve apresentação de sintomas e/ou quadros psicopatológicos em laudos que apontavam a probabilidade de abuso. Esses dados apontam para a necessidade de analisar criteriosamente a presença, a magnitude e o impacto de sintomas e quadros psicopatológicos, além do histórico de desenvolvimento, antes de afirmar a existência de dano psíquico em supostas vítimas de abuso sexual.
Por fim, o estudo pontua ainda acerca da importância de se atentar para a necessidade de uma visão mais positiva dos profissionais que trabalham direta ou indiretamente com vítimas de abuso. Na avaliação dos casos, devem ser considerados os recursos pessoais de enfrentamento dos jovens, as estratégias de coping adaptativas e os processos de resiliência, assim como os fatores protetivos, tais como a rede de apoio presente, que possam representar um efetivo recurso para as vítimas, contribuindo para um desenvolvimento saudável.
SILVA, Doralúcia Gil da; GAVA, Lara Lages; DELL’AGLIO, Débora Dalbosco. Sintomas e quadros psicopatológicos em supostas vítimas de abuso sexual: uma visão a partir da psicologia positiva. Aletheia,  Canoas ,  n. 40, abr.  2013 .   Disponível em <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-03942013000100006&lng=pt&nrm=iso>. acessos em  30  jul.  2014.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

SAIR DA TRILHA É ESSENCIAL PRA SER FELIZ

Por Lilian Graziano


"... somente as mulas andam em trilhas"


Assim como tento promover o florescimento humano por meio da Psicologia Positiva, procuro eu mesma oferecer o melhor de mim em tudo o que faço. Sair da curva da normalidade e atuar com o que acredito, buscando uma zona de excelência bem distante de qualquer mediocridade (para mim e meus pacientes, alunos etc).

Como psicóloga, caro(a) leitor(a), você poderia concluir que esse meu "funcionamento" nada mais é do que uma obrigação, o único caminho a seguir. Pois digo que, infelizmente, não é o único que existe, diante de um legado que cura doenças, mas que, ainda, somente "apara arestas" em desenvolvimento humano, muito longe de promover crescimento pleno e felicidade.

Mas devo reconhecer que isso não é apenas reflexo de meus estudos e da abordagem que escolhi para meu trabalho. É, também, uma crença pessoal que construí, com a qual muito colaborou o notável escritor Rubem Alves. Rubem, psicanalista (como ele se intitulava) e educador, tinha alma de poeta, e deixou recentemente o mundo das Letras na Terra para abrilhantar outras paragens com seus sábios escritos.

Na verdade, apaixonei-me por Rubem Alves ainda na faculdade, quando li um de seus primeiros livros. Lembro-me de ter ficado tão maravilhada que, simplesmente, saí comprando tudo o que ele havia escrito até então. Foi ele quem me deu um grande conselho e que sigo até hoje.

Em minha trajetória na vida e na profissão, suas orientações, somadas ao conhecimento que adquiri, fizeram-me reconhecer minhas forças pessoais e virtudes, e fazer com que meus pacientes, alunos, encontrassem suas próprias qualidades. Sempre pensando que, afinal, colocando em prática esses "recursos", em cada uma de nossas ações, estaríamos todos "derramando" nossa essência em cada passo. Aquilo que temos de melhor e único (o que por si, nos afasta da normalidade dos projetos "enlatados" de felicidade, e nos faz buscar significados singulares para nossa vida).

Foi quando, no final do 4º ano do meu curso de Psicologia, precisava escolher uma linha teórica a seguir, e resolvi fazer o que seria a única "tietagem" de minha vida: escrever uma carta para Rubem Alves perguntando-lhe qual delas escolher. Sua resposta (sim, ele teve a delicadeza de responder) foi excelente: Dentre outras coisas, ele encerrava sua carta com uma sábia advertência: "Nunca se esqueça de que somente as mulas andam em trilhas". A partir de então, meu carinho por esse autor aumentou.

Desde a carta de Rubem, busco meu caminho na singularidade de minhas características, mesmo que seja um caminho solitário. E estimulo outros a fazer o mesmo. Sair da trilha, como o escritor bem me ensinou, nas entrelinhas, é algo essencial para ser feliz.



Fonte: UOL

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

FELICIDADE PRESSUPÕE TAMBÉM MOMENTOS RUINS

Por  Lilian Graziano
 
 
"O melhor presente é o momento: o presente de que podemos desfrutar e com ele aprender"
 
OK. Você se preparou, batalhou, estressou e se preocupou. Mas, no fim, deu tudo certo. Só que agora, que está tudo legal e você se sente feliz e realizado(a), há o medo de que algo ruim aconteça e interrompa este momento. E como curtir este momento se ficamos sempre esperando o pior?
 
Há quem pense que, por ser adepta da Psicologia Positiva, como um milagre, ou passe de mágica, penso e faço que tudo seja lindo e maravilhoso pra sempre. Mas não é assim.
 
Felicidade pressupõe também os momentos ruins, até para que haja a superação e a gratificação por tê-la alcançado, sendo a gratificação um importante componente da felicidade, segundo a Psicologia Positiva. É preciso alguma luta para haver sentido na vida - e também não existe felicidade em uma vida sem sentido, conforme prega esta ciência a que me dedico profissional e existencialmente.
 
É nessas horas - e não para a busca desenfreada pelo prazer imediato - que a máxima do "viva o presente" se faz valer. É preciso esquecer do passado o que não acrescenta a um presente de realizações. E aguardar do futuro somente aquilo que ele nos reserva por mérito próprio - aquilo que sabemos que é possível ou certo alcançar por meio de nossos esforços. Todo o resto - cuja conquista não está sob nosso controle - causa a ansiedade que nos impede de curtir o momento quando tudo está dando certo.
 
Prepare-se para aquilo que pode controlar e manere em esperar aquilo que só por força do destino ou por um milagre pode acontecer. Reserve seus desejos mais profundos nesse sentido para as preces ou para as chamadas "conversas íntimas", aqueles momentos dedicados exclusivamente às reflexões consigo sobre suas expectativas e desejos. No presente, foque naquilo que está à sua frente, passível de apreciação e aprendizado. E curta, curta muito, já certo(a) do que o dia de amanhã lhe reserva.
É com esse espírito (e talvez sob algum treino) que espero que você se prepare para o ano vindouro.

O que você espera de 2014 é algo que depende de você conquistar?

Se sim, corra atrás. E desfrute da alegria de alcançar cada pequeno passo rumo a esse objetivo. Pode acontecer um monte de coisas erradas nesse caminho, mas também pode não acontecer. Basta precaver-se naquilo que é possível e fazer sua parte, vivendo de forma intensa o seu presente.

 
Fonte: UOL

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

SER FELIZ É OBRIGAÇÃO?

Por Lilian Graziano


Tenho me dedicado neste espaço a discorrer sobre o que é felicidade e como encontrá-la, à luz da Psicologia Positiva (PP)

E, enquanto faço isso, pessoas chegam ao meu consultório com todo tipo de dúvida acerca de como ser feliz, em busca de respostas prontas. Digo que, em se tratando de felicidade, elas não existem. O bem-estar, como a teoria em Psicologia Positiva o define, é subjetivo. Mas a busca por felicidade é algo intrínseco à nossa existência. Não é novidade. E a falta de êxito em compreender essa busca e em ser feliz, na modernidade, logrou as mais diversas teorias antifelicidade. Talvez isso explique uma das mais recorrentes questões que me chegam.

Cansada de suas tentativas de ampliar o bem-estar em sua vida, uma cliente me perguntou se tinha a obrigação de ser feliz. Respondi que não. Perante ninguém há a obrigação de sermos felizes. Mas acredito que ninguém, em sã consciência, contente-se com a infelicidade como modo de vida. E não buscar a mudança seria simplesmente desistir de uma existência plena. Seria deixar a vida nos levar por um caminho tortuoso enquanto é possível navegar por águas mais calmas e límpidas, embora não sem esforço em velejar...

Para compreender minha cliente, é necessário lembrar os anos de glamour disseminado na melancolia permanente de festejados poetas e filósofos. Isso em paralelo ao um processo de medicalização e racionalização nas explicações de nossos comportamentos e dos chamados, até então, "males da alma".

Enquanto Freud resumia nossa existência a um tratado de pulsões e histerias, o filósofo Friedrich Nietzsche não admitia a possibilidade de uma felicidade contínua, dizendo que a nós bastava que a desejássemos, que não queríamos, de fato, ser felizes. Já Albert Camus, poeta e filósofo, chegou a discorrer sobre o absurdo da existência humana e tinha o suicídio como alternativa legítima para o findar de nossas inquietações e tristezas. No campo da arte, as mais belas canções de toda uma era dizem de um amor inalcançado, rimando-o com dor e ardor.

Talvez tais conceitos constatassem nossas angústias em um determinando contexto, mas é difícil encontrar, em pensamentos contemporâneos aos citados, algo que nos apresente um caminho diferente a seguir. A melancolia, a infelicidade e o viver sem a plenitude de um amor verdadeiro eram, de fato, modos de vida admitidos e festejados. E sem uma espécie de "antídoto" para tanta infelicidade. A pergunta de minha cliente, levando-se em conta sua bagagem cultural e de vida, assim como para todos os outros pacientes que me perguntam a mesma coisa, faz todo o sentido.

Ocorre que hoje vivemos em uma nova era, desta vez munidos de conhecimento científico o bastante para saber do que precisamos para atingir nosso desenvolvimento pleno. O "antídoto" chegou. Nossa felicidade não só é discutida por filósofos, sociólogos e antropólogos, poetas e psicólogos, como é testada, medida, exercitada e tais experiências têm sido compartilhada com frequência nunca antes vista, desde a fundação da Psicologia Positiva no final dos anos 1990. Não que não haja angústia, melancolia, mas já sabemos que nem sempre isso é doença ou alternativa.



E, voltando à pergunta de minha cliente, ainda observo que há quem viva infeliz por obrigação, talvez para parecer mais intelectualizado ou menos suscetível aos "modismos contemporâneos". Contudo, são pessoas que jazem num mar de dor e de ausência de sentido, alheias ao fato de que a felicidade, ainda que trabalhosa, é algo muito mais fácil de suportar do que uma existência na qual o nosso bem-estar não seja uma prioridade. 


Fonte: Vya Estelar

sábado, 20 de abril de 2013

GENEROSIDADE E PERDÃO


EXERCITÁ-LOS NO DIA A DIA LEVA A GRANDES FEITOS
Por Lilian Graziano


"... o perdão é um dos exercícios que se faz em busca de emoções mais positivas"

Às 11h30 da noite, depois de todas as luzes apagadas, todos na cama: o vizinho bate à porta. Em tom belicoso, diz que o gato daquela casa fez cocô em seu jardim.

Não contente com a atitude compreensiva do morador, que já pensava em providências, ele diz que tem fotos do gato. E manda que, no sereno, o morador vá limpar seu jardim. Esse não concorda com a agressividade do vizinho, mas não diz: conta até 10, sabe que está errado - naquele condomínio os gatos não podem passear pelas casas. E vai limpar o jardim, mesmo achando grosseira a abordagem.

Não pensou o vizinho que isso seria desnecessário: bastava que informasse o problema (e não às 11 da noite) e tudo poderia ser resolvido para que não acontecesse mais. E ainda restavam as medidas civilizadas: informar o condomínio para que as multas fossem aplicadas, sem desgastes entre vizinhos.

Mas o morador limpa tudo e se desculpa, várias vezes. Tanto que o vizinho fica sem graça. Afinal de contas, ele estava armado: calcanhares duros, atitude pensada para acordar todos naquela casa, voz empostada... ah, e tinha as fotos do gato, seja lá o que fosse fazer com isso. Tudo levava a crer que ele queria só briga.

Quantas não são as situações assim, em que nos munimos e nos preparamos para verdadeiras guerras, quando os motivos são tão bobos quanto um cocô no jardim? Trata-se de um estresse que muitas vezes nada acrescenta ao outro, nem a si. Às vezes porque o outro nem liga, não vê importância no que se reivindica. 

Também não são as atitudes impositivas, violentas que mudarão o comportamento ou o modo de pensar do indivíduo a quem se dirige toda a munição. É fato que a agressividade dissolve a validade de qualquer argumento.

Para evitar o comportamento bélico no cotidiano, é preciso economizar no armamento e esbanjar compreensão. Uma discussão pautada no entendimento mútuo das posições é, em qualquer caso, o melhor caminho. Oponentes só existem de fato no xadrez, nos jogos desportivos - e, mesmo assim, com honras de cavalheiros, regras para os embates; nem mesmo a política ou a religião revelam opositores: o que se busca, muitas vezes, são ideais comuns, como a sobrevivência e Deus.

Não à toa, a generosidade é uma das forças pessoais descritas pela Psicologia Positiva (veja aqui), assim como o amor. E o perdão é um dos exercícios que se faz em busca de emoções mais positivas. Por que não aplicá-los nas pequenas coisas do dia a dia?

Na situação entre o morador e o vizinho, tudo parece ter sido exercitado, ainda que em descompasso: o primeiro foi gentil, quando podia ter sido extremamente grosseiro - generoso à medida que compreendeu a chateação do vizinho diante da regra infringida. O segundo, perdoou - ao ver o morador consternado, relevou, desarmou-se. E por que não se evitou, então, o estresse da primeira impressão, do chamado tarde da noite e da coerção para limpar o jardim?

Precisamos nos preparar para a convivência pacífica e entender que primeiro vem os argumentos, a compreensão e os instrumentos civilizatórios, como as leis e o voto para resolver os impasses. E depois vem todo o resto, sempre como atitude desesperada para defender uma posição ou um ponto de vista. E usando a máxima do profeta José Datrino (ou profeta Gentileza ou José Agradecido), um talvez sábio andarilho que passou pelo Rio de Janeiro e por outras cidades brasileiras, a filosofar sobre o comportamento humano: GENTILEZA GERA GENTILEZA. E assim caminhará a humanidade, rumo a atitudes mais generosas, nas pequenas coisas e, como consequência, nos grandes feitos, rumo à paz mundial.


Fonte: Psicologia Positiva